4 de janeiro de 2008

E agora, José?

Decisão da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte derrubou o argumento usado pelo Ministério Público para exigir a demissão de parentes e aderentes de administradores municipais. Os desembargadores entenderam que a Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não se aplica ao Executivo e Legislativo.

FONTE: Trapo Ferino

5 comentários:

  1. Anônimo9:24 AM

    E agora, josé?
    A festa acabou,
    A luz apagou,
    O povo sumiu,
    A noite esfriou,
    E agora, josé?
    E agora, você?
    Você que é sem nome,
    Que zomba dos outros,
    Você que faz versos,
    Que ama, protesta?
    E agora, josé?

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  2. Anônimo9:25 AM

    Está sem mulher,
    Está sem carinho,
    Está sem discurso,
    Já não pode beber,
    Já não pode fumar,
    Cuspir já não pode,
    A noite esfriou,
    O dia não veio,
    O bonde não veio,
    O riso não veio
    Não veio a utopia
    E tudo acabou
    E tudo fugiu
    E tudo mofou,
    E agora, josé?

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  3. Anônimo9:26 AM

    Com a chave na mão
    Quer abrir a porta,
    Não existe porta;
    Quer morrer no mar,
    Mas o mar secou;
    Quer ir para minas,
    Minas não há mais.
    José, e agora?

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  4. Anônimo9:27 AM

    Sozinho no escuro
    Qual bicho-do-mato,
    Sem teogonia,
    Sem parede nua
    Para se encostar,
    Sem cavalo preto
    Que fuja a galope,
    Você marcha, josé!
    José, para onde?

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  5. Anônimo9:28 AM

    Sozinho no escuro
    Qual bicho-do-mato,
    Sem teogonia,
    Sem parede nua
    Para se encostar,
    Sem cavalo preto
    Que fuja a galope,
    Você marcha, josé!
    José, para onde?

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