21 de outubro de 2014

Traição e fraqueza no cenário político de uma cidade do interior do estado

Em uma cidade do interior do estado, um grupo familiar se juntou com o objetivo de indicar um nome do mesmo para compor o quadro do primeiro escalão da administração municipal. Uma secretaria era o objetivo do grupo que em sua grande maioria tinha votado no prefeito. Conversaram com o mesmo e ficaram de dar um nome para a determinada secretaria. Escolheram um nome, mas não foi do agrado do prefeito, ou do grupo dele, pois o nome não tinha votado nele e com isso, segundo a lorota dele, causava muito desconforto entre os aliados. O prefeito então pediu um tempo para tentar acalmar os ânimos dos aliados de primeira hora. Só que enquanto o grupo familiar dialogava para escolha o nome, o prefeito foi com um vereador que aderiu para o seu grupo depois de eleito pela oposição, oferecer a secretaria para um candidato a vice-prefeito adversário dele na última eleição. O candidato a vice não aceitou e preferiu seguir na oposição.

Moral da história: o grupo familiar pensava uma coisa e o prefeito queria era outra. Desprestígio total de um grupo que se articulou para uma coisa e foi traído pelo prefeito, pois se o candidato a vice-prefeito, adversário do prefeito atual, tivesse aceitado, com que cara o grupo familiar ia ficar?

Diante da situação a família do nome indicado se revoltou com o descaso do prefeito e caráter irreversível não aceitou mais a secretaria.


7 comentários:

  1. Anônimo7:41 AM

    Pelo que estou vendo e lendo, ainda tem gente que diz que o prefeito vai fazer muito mais, kakakakakakakakakaka, isso eu sei, só que desta mesma forma kakakaka, só quem a creditou nessa conversa foi, C. C.J. e J. meu vice não aceite porque é roubada, para o seu futuro, quem manda é ela e não ele, deu pra entender agora o porque deste não a pessoa que seria a secretária. Upanema, tambem precisa de mudança, como país.

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  2. Anônimo10:38 PM

    Agora é?

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  3. Anônimo11:44 AM

    vai papangu ..lapapa aguenta bacural

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  4. Anônimo1:12 PM

    Eu & vc!

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  5. Anônimo5:51 PM

    se eu fosse o vice teria aceitado, p o PMDB, num tá nem ai pra ele,pobre, a liderança rica, eu teria aceitado, até pq financeiramente ele tá precisando,pra que ser fiel ao partido? já se foi o tempo.

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  6. Anônimo6:04 PM

    VAZARAM, VAZARAM, QUE JOÃO MAIA PERGUNTOUAO PREFEITO PELOS SEIS MIL VOTOSQ ELE TINHA PROMETIDO PARA HENRIQUE, PQ 4.000 ERA DOS BACURAUS E 2.000 SERIA DELE, E AGORA?FINALMENTE, SERÁ QUE O POVO AINDA VAI TER DÚVIDAQUE OS BACURAUS NÃO VOTTARAM EM HENRIQUE?

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  7. Anônimo2:40 PM

    eu também acho

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